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Preço do CACAU registra queda, mas não deve influenciar a Páscoa

A recente correção nos preços globais do cacau, embora expressiva nas bolsas de commodities, ainda não se traduziu em redução de custos para o varejo na temporada de Páscoa de 2026. O fenômeno ocorre devido ao descompasso entre o ciclo de cotações internacionais e o calendário de suprimentos da indústria de alimentos, que operou sob contratos de hedge e estoques formados durante o pico histórico da crise produtiva em 2025.

Após ultrapassar a barreira dos US$ 10 mil por tonelada em 2025, o preço do cacau recuou para o patamar de US$ 3,6 mil no início deste ano. Contudo, a Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados (Abicab) ressalta que o planejamento industrial para produtos sazonais é antecipado. A produção para a Páscoa atual foi iniciada no segundo semestre de 2025, período em que a matéria-prima ainda apresentava alta volatilidade e preços elevados.

Além do insumo base, a composição do preço final é pressionada por outros fatores da cadeia de suprimentos, como as oscilações nos preços de derivados lácteos, a exemplo do leite em pó e gordura anidra de leite, além dos custos de frete refrigerado para preservar a reologia do chocolate, e ainda o câmbio.

Enquanto o cacau busca equilíbrio, o mercado de edulcorantes e açúcares apresenta oferta ampla. No Brasil, a produção no Centro-Sul superou 40 milhões de toneladas, derrubando os preços da saca de açúcar em cerca de 30% no comparativo anual.

Créditos foto: Freepik


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