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Indústria projeta alta na produção de CHOCOLATES para a Páscoa

O setor brasileiro de chocolates projeta um ciclo de crescimento para a Páscoa de 2026, consolidando uma estabilidade produtiva observada nos últimos anos. Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados (ABICAB), após atingir a marca de 806 mil toneladas produzidas em 2025, a indústria aposta agora na diversificação de portfólio e na eficiência operacional para absorver a demanda sazonal. O movimento é impulsionado por um cenário macroeconômico de maior estabilidade e pela queda nas taxas de desemprego.

Para equilibrar o aumento médio de 10% a 15% nos preços ao consumidor final, a indústria tem investido em estratégias de gramatura variada e inovações sensoriais. Embora o chocolate ao leite permaneça como o standard do mercado, observa-se uma expansão no aumento do teor de sólidos de cacau para atender ao público premium, uso de oleaginosas (pistache e amendoim) e frutas, exigindo aditivos que garantam a estabilidade oxidativa e a preservação das características organolépticas durante o shelf-life sazonal, e ainda lançamentos que variam desde opções de entrada (ovos de menor gramatura e preços competitivos) até produtos de alto valor agregado.

No ponto de venda, a antecipação do cronograma logístico — com produtos chegando às gôndolas em janeiro — revela uma mudança no comportamento de compra. O varejo projeta um incremento de vendas entre 14% e 20%, porém nota uma migração relevante do consumidor para as barras de chocolate (tabletes).

Além do impacto produtivo, o setor prevê a geração de mais de 10 mil empregos temporários, com uma taxa de efetivação estimada em 20%.


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